Petrobrás pode acabar com sonho do Brasil de ser um grande produtor de petróleo

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O jornal britânico Financial Times lança dúvidas sobre a previsão brasileira de que o País poderia se tornar um dos cinco maiores produtores mundiais de petróleo em 2020. O escândalo de corrupção pode reduzir investimentos da estatal, o que geraria problemas até na saúde e educação.

“Analistas e executivos do setor dizem que a exploração do pré-sal poderá ser a maior vítima da crise que atinge a Petrobrás, juntamente com o sonho do Brasil de se tornar um dos cinco maiores produtores mundiais de petróleo do mundo em 2020″. Após ouvir analistas, o FT diz que o robusto programa de investimentos da estatal na exploração de petróleo da camada do pré-sal “não é mais viável”.

Além dos problemas financeiros gerados pela corrupção descoberta na empresa,a queda do preço do petróleo também pode tornar inviável a exploração de alguns campos brasileiros. O FT cita que o ponto de equilíbrio financeiro para a produção da Petrobrás no pré-sal seria de US$ 45 o barril. Há poucos dias, o petróleo operavam abaixo desse valor.

“Se a Petrobras, que detém um quase monopólio sobre o petróleo e a produção de gás no Brasil, for forçada a cortar investimentos no pré-sal, os efeitos seriam sentidos muito além da indústria”, diz o texto. “Fundos para pesquisa e desenvolvimento secariam e até escolas e hospitais poderiam ser privados de bilhões de dólares prometidos a partir dos lucros do pré-sal e dos royalties”, completa o Financial Times.

Fonte: Agência Estado

Sete Brasil, parceira da Petrobras, luta para não afundar

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A Sete Brasil, empresa de sondas de águas ultraprofundas e parceira da Petrobras, luta para não afundar.

Com a Operação Lava Jato e a consequente crise na estatal, a Sete Brasil passou a ter dificuldade em obter financiamento de longo prazo.

Também não consegue pagar seus credores, tem atrasado pagamentos e enfrenta rebaixamento de rating.

Sem dinheiro para pagar os estaleiros contratados,  a quem devia US$ 800 milhões até fevereiro, a companhia corre para atender as exigências dos bancos credores. 

A empresa é uma das que vem sendo prejudicada pela crise que acontece hoje na Petrobras. 

Criada em 2010 para produzir sondas para a estatal posteriormente explorar pré-sal, a Sete Brasil havia feito um pedido de 28 sondas de perfuração ultraprofunda.

Agora, com o pedido e plano de investimento revisto, em decorrência da citação da empresa em um suposto esquema de lavagem de dinheiro dentro da Petrobras, o número de sondas pode cair para 15 unidades.

Mal na praça

Por conta dos atrasos nos pagamentos, em menos de um mês a nota da empresa foi rebaixada três vezes pelo Standards and Poors, de BR A – para “calote seletivo”, ou “SD”.

Para salvar a empresa, os sócios da Sete Brasil precisarão fazer um aporte de R$ 500 milhões a R$ 1 bilhão.

Também está sendo negociada uma prorrogação de 90 dias dos empréstimos-ponte de US$ 3,8 bilhões feito por seis bancos. 

Em setembro de 2014, o blog Primeiro Lugar, de EXAME, havia divulgado que os bancos Bradesco, BTG Pactual, Santander — acionistas da companhia — e Goldman Sachs se preparavam para captar 1 bilhão de reais com grandes investidores.

O Fundo de Investimentos em Participações Sondas (FIP- Sondas), controlado pela Petrobras, Petros, Funcef, Valia, Santander, Fundo Strong, BTG Pactual, entre outros, detém 95% da empresa. Os outros 5% são detidos pela Petrobras.

Financiamento bloqueado

O cenário atual é bem distante do traçado quando a empresa foi criada. Há cinco anos, a empresa parecia livre de riscos.

Na época, a companhia previa investir mais de US$ 25 bilhões para construir 28 plataformas de perfuração ultraprofunda que seriam alugadas à Petrobras.

Nove sondas, do pedido total de 28, seriam entregues entre 2015 e 2016. Elas estão sendo construídas em cinco estaleiros brasileiros.

Em 2010, ela conseguiu um financiamento de R$ 10 bilhões do BNDES. O primeiro repasse de verba deveria ter saído em agosto de 2013, o que não ocorreu. Inicialmente, o obstáculo era a burocracia do banco.

Para contornar o atraso, em setembro daquele ano, um grupo de bancos emprestou US$ 3,6 bilhões (R$ 12 bilhões) à companhia. Entre eles, estão o Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Santander, Bradesco, Itaú e Standard Chatered. 

Mencionada na Operação Lava Jato, no ano passado, outro entrave bloqueou o financiamento do BNDES, que decidiu não assumir mais os riscos dos empréstimos.

Pagamento adiantado

Os empréstimos dos bancos já venceram, mas a Sete Brasil segue sem condições de pagá-los. 

Na semana passada, um dos seus credores internacionais entrou com pedido de resgate de garantias de um empréstimo. O Standard Chatered Bank, que faz parte de um grupo de bancos que concederam R$ 2,6 bilhões à Sete, pediu a execução de garantias do empréstimo, ou seja, pagamento antecipado.

O banco encaminhou solicitação de pagamento dos seus empréstimos ao Fundo Garantidor da Construção Naval (FGCN), gerido pela Caixa, que tem 30 dias para analisar a questão.

Em comunicado, a empresa destacou que "acredita que encontrará solução para o recebimento de financiamento de longo prazo – etapa prevista desde a concepção do projeto – atendendo a todas partes e, assim, revertendo a decisão do banco".

Por: Karin Salomão
Fonte: Portal Exame
Imagem: C.A.Müller/ Wikimedia Commons

A BRASIL OFFSHORE VEM AÍ!

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Faltam apenas 3 meses para a principal feira de negócios do setor na América Latina!

Com centenas de expositores na feira e uma série de eventos simultâneos, todas as novidades estarão reunidas para você se manter atualizado sobre o mundo offshore em um só lugar.

IBP (Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis) e SPE (The Society of Petroleum Engineers) oferecerão a conferência "Perspectivas para a revitalização de Campos Maduros", programa diário que será iniciado com os líderes da indústria em uma sessão holística, seguida apresentações simultâneas de conteúdo técnico.

A Brasil Offshore acontecerá em Macaé, de 23 a 26 de junho, e já estão confirmadas Rodadas de Negócios, Espaço do Conhecimento, Premium Club Plus, SPE Student Paper Contest Latin American & Caribbean, entre outras atrações.

Para mais informações clique aqui!

Por clientela, companhia oferta gás natural grátis por um ano

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Com o propósito de dobrar a clientela, a Companhia de Gás do Estado de Mato Grosso do Sul, a MSGás, criada na década passada, quase 17 anos atrás e que até agora não prosperou economicamente, a nova gestão da empresa, que tem a Petrobras como sócia, está ofertando aos novos clientes carência de até um ano pelo fornecimento do gás natural residencial, o gás de cozinha.

O combustível abastece termelétricas, indústrias, casas comerciais, shoppings e residenciais. Entre 2013 e 2014, o número de unidades consumidoras da MS Gás subiu 7%, indo de 2.826 para 3.026.

“Chegou a hora de trabalharmos cada vez mais para ampliar a utilização do gás natural, que está à disposição do setor produtivo”, disse o diretor-presidente da companhia, Rudel Trindade Júnior, que firmou parceria semana passada com a Federação das Indústrias de MS, a Fiems.

Jornal Correio do Estado.
DA REDAÇÃO

A Associação Brasileira dos Revendedores de GLP, ASMIRG-BR

Certamente há equívocos quanto a realidade financeira da Petrobras, um ano grátis aos consumidores de gás natural não pode ser olhado como ato de busca de mercado, que visa lucratividade, retrata de forma desesperada, absurda, uma ação predatória de uma empresa que detém o monopólio do petróleo no Brasil.

A Petrobrás ao pactuar com este absurdo, fere Leis de Mercado, e desafia publicamente o Conselho Administrativo de Defesa Econômica - CADE

ASMIRG-BR, sempre teve como bandeira a busca por um mercado aberto, competitivo, por preços dentro da capacidade financeira de nossos consumidores, ações distantes a da busca do monopólio, do desrespeito as Leis de mercado, um afronto ao povo brasileiro que amanha pagará caro esta conta, comprometendo um produto que é a base para sua alimentação – o gás de cozinha.

Alexandre Jose Borjaili
Presidente
Associação Brasileira dos Revendedores de GLP, ASMIRG-BR

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