PETROBRÁS INICIA SEGUNDA ETAPA DE RENEGOCIAÇÃO DE CONTRATOS E BUSCA ACORDOS COM 320 FORNECEDORES

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O prejuízo histórico registrado pela Petrobrás em 2015 já serve de impulso a novas reduções de gastos na empresa. Com foco na preservação de suas finanças, a estatal avança hoje na segunda fase da renegociação de seus contratos com fornecedores, a chamada “Onda 2″, e espera abranger um total de 735 contratos com as mudanças, que incluem acordos para atuação em poços e logística operacional. De acordo com a diretora de E&P da companhia, Solange Guedes (foto), a nova etapa prevê a negociação com 320 fornecedores e uma meta superior à da primeira fase, que rendeu uma economia de 13% aos bolsos da empresa.

Com as novas medidas anunciadas nesta terça-feira (22), a expectativa é de que o ano seja de menores perdas para a estatal. O objetivo da nova rodada de negociações é trazer os preços dos contratos para um patamar de petróleo em torno de US$ 30 a US$ 35 por barril, segundo Guedes, que prevê resultados mais significativos para esta etapa.

A redução dos custos em contratos vem sendo uma das principais ferramentas adotadas pela Petrobrás, que conseguiu dar fôlego a seu caixa no ano passado por meio da renegociação de contratos de sondas e barcos de apoio. No total, os acordos envolveram 70 fornecedores de sua cadeia e 704 contratos, com resultado que se refletiu no balanço divulgado esta semana. Após oito anos, a companhia fechou suas finanças com fluxo de caixa positivo, tendo saldo de R$ 15,6 bilhões e R$ 26 bilhões disponíveis em seu caixa.

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PETROBRÁS AMEAÇA DESATIVAR TERMELÉTRICAS CASO NÃO RECEBA RECURSOS DE R$ 1,5 BILHÃO ATRASADOS PELO GOVERNO

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Em meio à crise, o cobertor é curto e as dificuldades financeiras vêm estremecendo a relação da Petrobrás com o governo. A estatal enviou recentemente uma carta ao Ministério de Minas e Energia (MME) em que ameaça desligar suas termelétricas caso não receba o pagamento de cerca de R$ 1,5 bilhão em créditos que têm no mercado de energia, ainda não quitados devido à inadimplência das operações. Na última liquidação financeira do setor, que costuma render grande volume de recursos à petroleira, houve um descumprimento de 78%, o que levou à arrecadação de apenas R$ 1,1 bilhão em um total devido de R$ 4,9 bilhões.

A carta enviada pela diretoria da empresa foi disponibilizada nesta terça-feira (22) no site da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). No documento assinado pelo diretor de Gás e Energia Hugo Repsold (foto), a estatal afirma que o volume de recursos não pagos “torna urgente uma providência deste Ministério para evitar que a Petrobrás chegue a uma situação em que não haverá outra solução senão interromper a geração termelétrica”.

Realizadas pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), as liquidações financeiras do setor energético vêm apresentando índices altos de inadimplência desde julho do ano passado. À época, diversas empresas passaram a obter liminares que as isentavam de quitar com suas obrigações junto ao mercado. A disputa judicial teve como propulsor a redução da geração em hidrelétricas ao longo de 2015, o que fez com que as companhias recorressem aos tribunais para não sofrerem perdas bilionárias.

Em decisão publicada hoje, o CCEE decidiu que as negociações realizadas em janeiro deste ano deverão ser liquidadas nos dias 18 e 19 de abril. A medida vai de encontro às exigências da Petrobrás, que vem defendendo mudanças a curto prazo para não causar ainda mais danos a suas finanças. Na carta, a companhia afirma ser “importante que seja dado um tratamento excepcional e provisório para a questão, até que o problema seja solucionado”.

Fonte: Petronotícias

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Petrobras encontrou a maior coluna de petróleo já descoberta

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A Petrobras anunciou nesta segunda-feira que concluiu a perfuração e a avaliação de novo poço no campo de Libra, no pré-sal da Bacia de Santos, encontrando a maior coluna de óleo descoberta pelo consórcio até o momento, com 301 metros de espessura.

Em comunicado ao mercado, a estatal informou que o óleo do poço conhecido como NW5 é de "elevada qualidade". No total, já foram concluídas as perfurações de seis poços em Libra e o sétimo se encontra em fase de perfuração, disse a estatal.

Fonte: Reuters
Imagem: Bloomberg

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BNDES aprova R$ 1,3 bilhão para usinas eólicas no Piauí

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O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou três financiamentos, no valor total de R$ 1,3 bilhão, para os complexos eólicos Chapada do Piauí 1, 2 e 3, cujo potencial total de geração é de 436,7 MW. 

As obras devem criar mil empregos diretos e 2,3 mil indiretos no Estado. Na fase de operação serão, respectivamente, 170 diretos e 230 indiretos. Também vão gerar renda adicional aos proprietários rurais da região que arrendaram parte de suas fazendas para a instalação das unidades.

Os 247 aerogeradores a serem usados nos projetos atendem a política do BNDES de índice de nacionalização. Isso implica dizer que a maior parte de seus componentes são fabricados no País, gerando empregos no Brasil.

Além disso, as empresas contrataram com o Banco R$ 9,1 milhões para investimentos sociais no entorno dos projetos. Por orientação dos técnicos do BNDES, os projetos devem ser nos eixos de educação, abastecimento e saneamento.

Financiamentos – O maior financiamento aprovado pelo Banco foi de R$ 575 milhões para o projeto do Complexo Eólico Chapada do Piauí II. Seus seis parques eólicos devem gerar 172,4 MW. Suas obras devem criar 450 empregos diretos e 800 indiretos. A operação deve criar 30 vagas diretas e 60 indiretas.

Primeiro dos três projetos a ter financiamento aprovado e segundo em volume de recursos, o Complexo Eólico Chapada do Piauí I terá apoio de R$ 555 milhões do BNDES para instalar sete parques eólicos com 115 aerogeradores e potencial de 205,1 MW.

O complexo Chapada do Piauí III recebeu R$ 170 milhões. Os recursos serão usados na implantação de dois parques eólicos com capacidade de gerar 59,2 MW nos munícipios de Marcolândia e Caldeirão Grande do Piauí, na chapada do Araripe, região do Alto Médio Canindé. 

Potencial – Segundo a Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeolica) o país tem 298 usinas instaladas com capacidade de gerar 7,5 GW. Elas reduziriam as emissões de CO2 em 13,2 milhões de toneladas por ano. Em breve, devem ser acrescentados mais 10,6 GW.

Fonte: UdP
Imagem: ALUÍSIO MOREIRA/SEI

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