Petrobras venderá ativos de E&P

A maior parte do programa de desinvestimento previsto no Plano de Negócios 2011-2015 da Petrobras, de US$ 13,6 bilhões, contemplará farm outs na área de E&P, afirmou nesta segunda-feira (25/7) o diretor Financeiro da empresa, Almir Barbassa. “A área de E&P na empresa é a mais importante e deve se esperar contribuição equivalente”, disse.

Mais da metade do desinvestimento se dará a partir desses farm outs, uma vez que o E&P representa 57% dos investimentos previstos até 2015.


A escolha dos negócios que sofrerão os efeitos do programa de desinvestimento deverá se dar nos próximos dois anos, acredita Barbassa. “Esse foi um dos itens inovadores dentro desse plano. Procuramos olhar estratégias que maximizassem o uso de recursos da Petrobras”, disse.


O critério a ser utilizado para a venda de participações não está claro. Barbassa dá a entender que os ativos menos rentáveis serão os escolhidos. “Todas as empresas reorganizam seus ativos. Olha o que está marginalmente dentro do foco e que pode ser realizado por outro, e o que continua dentro do seu foco, e busca o recurso que poderia estar aplicado naquele ativo”, afirmou.


Uma outra parte do programa de desinvestimento virá da venda de participação em empresas controladas, afirmou o presidente da empresa José Sérgio Gabrielli. O executivo, contudo, não revela que ativos serão vendidos.


A liberação de recursos que antes eram usados para financiamento de fornecedores também está incluída na redução dos investimentos. Barbassa citou o programa Progredir – cujo piloto foi lançado ano passado e a versão definitiva entrou em operação este ano –, que reduzirá os custos dos produtos comprados pela petroleira, à medida que os fornecedores conseguem financiamento. “Esses recursos de otimização podemos investir em projetos que dão rendimento maior”, disse Barbassa.


A empresa detalhou também os investimentos que serão postergados, revisados ou excluídos. A principal postergação é da entrada em operação da refinaria Premium I, no Maranhão, de 2014, para 2016. A empresa excluiu ainda um projeto de logística de QAV em Brasília e de tancagem de óleo combustível para térmicas. “O QAV em Brasília não se mostrou econômico”, disse Barbassa.


Na área de Gás & Energia, as principais exclusões foram a construção de gasodutos e estações de compressão e as térmicas que participaram dos leilões de 2010. As duas áreas tiveram uma redução de US$ 8,9 bilhões em investimentos.

Fonte: Energia Hoje

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