Revendas do Gás de Cozinha sob ameaças de Companhias Distribuidoras

Um verdadeiro abuso, recebemos denuncias de revendas que estão sendo ameaçadas de ter seu abastecimento cortado se fizerem a escolha de serem multimarca. Mas não para nisso, fomos informados que na fiscalização de combate a clandestinidade, alguns órgãos de fiscalização resolveram moralizar o setor buscando nas revendas legalizadas qualquer possibilidade erro para daí puni-las, passamos a ser os culpados por não aceitar em silencio tantos abusos.


Promotores Públicos de Defesa do Consumidor passaram a agir como policia em cima de pessoas honestas, empresários reféns de um cartel, o conceito da defesa do consumidor se perdeu, os aumentos do gás de cozinha estão em toda mídia, um massacre com a população brasileira, mas o silencio é a resposta, afinal quem ira enfrentar as cinco companhias distribuidoras, elas estão acima da Lei Brasileira, quanto aos clandestinos, milícia, estes podem ser perigosos, é mais simples e seguro partir para cima dos pequenos empresários legalizados, cujo CNPJ garante ao Estado e a União o recebimento de multas que agem na forma de apropriação de bens.


A novidade é que a revenda que optar ser uma multimarca poderá ter seu abastecimento cortado, a revenda que emitir nota fiscal sem o nome do comprador, usando o termo ...diversos..., será alvo de denuncia inclusive na receita federal.


Os aumentos do gás de cozinha não são abusivos, afinal quem paga esta conta são os mais pobres que necessitam do gás para sua alimentação, quanto à validade dos botijões de gás de cozinha que colocam em risco milhões de famílias, estes são pobres, os incêndios envolvendo estes botijões já são comuns, quanto ao peso do gás de cozinha que vem faltando, uma pequena mixaria, que seja 500 gramas de gás de cozinha, não ira fazer falta para os 33 milhões de consumidores que compram seu botijão mensalmente.


Lamentamos, sentimos saudades de dois nomes, MaxGás e Nutrigas, duas pequenas companhias distribuidoras que buscaram quebrar tais abusos, ambas tinham o gás na sua forma mais competitiva, quando caro, a população pagava seus R$ 28,00 pelo botijão de 13 quilos, os vasilhames dos consumidores enchidos por estas Companhias eram devidamente identificados e requalificados quando necessário, dentro de um processo rigoroso de qualidade, mas por prestarem sim o verdadeiro serviço de utilidade pública foram anuladas em nosso meio, perda ao setor revenda e a toda população que hoje vive e paga um alto preço por um produto que é a base de sua alimentação.


Exmos Senhores Senadores e Deputados que nos acompanham, até quando permitiremos tantos abusos, o setor do gás de cozinha não suporta mais, a população brasileira busca alternativas para o gás de cozinha na lenha, na serragem, estamos regredindo e não temos a quem recorrer, quem esta a serviço de quem? O Senado, o Congresso são casas de respeito, representam o povo brasileiro, até quando aceitaremos em silencio esta terrível realidade do setor do gás de cozinha?


Cordialmente,

Alexandre Borjaili
Presidente
Associação Brasileira dos Revendedores de GLP, ASMIRG-BR

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