A 1ª mulher no comando da Petrobras


A Petrobras deverá ter pelo menos quatro mudanças significativas em sua diretoria executiva. Uma delas foi confirmada pela petroleira no início da tarde desta segunda-feira (23/1): a indicação da atual diretora de Gás e Energia, Maria das Graças Foster, - a primeira mulher a comandar a petroleira – para a presidência da companhia, no lugar de José Sergio Gabrielli. Ex-presidente da Petrobras, José Eduardo Dutra é cotado para ocupar a novata Diretoria Corporativa e de Serviços.

O diretor de E&P, Guilherme Estrella, também deverá ser substituído, bem como Gás & Energia, hoje ocupada por Graça, terá um novo diretor. A princípio, permanecem no cargo o diretor de Abastecimento, Paulo Roberto Costa, e o de Engenharia, Renato Duque. Já a permanência do diretor da Área Internacional, Jorge Zelada, ainda é incerta.

As mudanças devem ser anunciadas na primeira quinzena de fevereiro. Já está marcada para o dia 9 do próximo mês a reunião do Conselho de Administração que irá decidir a indicação de Graça para a presidência, conforme comunicado oficial da Petrobras. Em relação às outras mudanças, a companhia não se pronunciou oficialmente.

Os detalhes da sucessão da Petrobras estão sendo costurados em Brasília desde o fim do ano passado e conduzidos diretamente pela presidente Dilma Rousseff. As mudanças traçadas pela presidente objetivam imprimir a marca do novo governo na empresa, assegurar o comando da companhia a uma pessoa de sua total confiança e redirecionar algumas culturas e ideologias que antes eram incentivadas e que hoje começam a ser vistas como certa reserva.

A ideia é encerrar o clima de euforia que tomou conta da empresa desde a descoberta do pré-sal. Dessa forma, pretende-se dar mais foco e atenção ao cumprimento das metas e aos desafios a serem enfrentados.

Nessa linha, a mudança na área de E&P é a mais significativa. A substituição de Estrella visa introduzir um novo ritmo e estratégia à área. Embora não haja ainda um nome definido para a diretoria, a proposta é que se busque uma pessoa da área de E&P que esteja trabalhando na companhia, mas que de preferência atue no momento em outro setor.

Nesse sentido, seriam grandes as chances de executivos lotados hoje em postos chaves do Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes) e da área Internacional ocuparem o cargo maior da Diretoria de E&P. Um dos nomes mais falados para o desafio é o do gerente-executivo do Cenpes, Carlos Tadeu da Costa Fraga.

Por outro lado, o diretor Estrella ainda tenta emplacar nomes de sua confiança, na tentativa de dar continuidade à sua gestão. Entre os executivos de sua confiança estariam Solange Guedes, braço direito do atual diretor e atual gerente-executiva de Engenharia de Produção, Francisco Nepomuceno, gerente do escritório de Londres, ligado ao desenvolvimento de novas tecnologias para o pré-sal, e José Moraes, atual gerente-executivo Corporativo.

Para Gás & Energia, os palpites apontam para o nome de Richard Olm, que atualmente responde por uma gerência na pasta. O executivo é braço direito de Graça e a acompanha há vários anos, pelas mais diferentes áreas da companhia nas quais ela atuou.

Fonte: Energia Hoje

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