Chevron identifica nova mancha de petróleo em Campos


A Chevron informou que encontrou uma nova mancha de petróleo na área da bacia de Campos onde em novembro do ano passado ocorreu um acidente da companhia, no campo de Frade, na bacia de Campos. A empresa disse que foram identificados três novos pontos de afloramento de petróleo na região e que as medidas de contenção já foram tomadas.

"Dispositivos de contenção foram imediatamente instalados para coletar gotas, pouco frequentes. Hoje, algumas pequenas bolhas foram vistas na superfície", informou a Chevron à Folha. A empresa comunicou ontem o novo afloramento ao Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais) e disse que instalou três SCCTs (pequenos sistemas de contenção subaquática) nos locais onde o óleo estava saindo.

Os novos pontos de afloramento estão a aproximadamente 3.000 metros à leste de onde se encontra o poço MUP-1, no campo de Frade, na bacia de Campos, onde ocorreu o acidente há quatro meses que derramou 2.400 barris (381,6 mil litros) de petróleo no mar e que resultou na abertura de processos judiciais contra a Chevron, em autuações e pedido de indenização no valor de R$ 20 bilhões. Desde então, a Chevron luta para conter um persistente gotejamento de petróleo que sai das rochas rompidas pelo acidente. "Embarcações fazem o monitoramento e disperção de qualquer mancha local", informou a Chevron. Segundo a empresa, além de continuar a varredura nas três novas áreas identificadas, a Chevron mantém o Plano de Emergência Individual ativo desde novembro de 2011.


SUSPENSÃO
A petroleira e a ANP (Agência Nacional do Petróleo) divergem sobre as causas do acidente que provocou o vazamento no campo de Frade, informou nesta semana a diretora-geral do órgão regulador, Magda Chambriard. A agência concluiu as investigações sobre o incidente e manteve a decisão que impede a petroleira de realizar perfurações de poços para encontrar petróleo.

Magda afirmou que a Chevron ainda não soube identificar as reais causas do vazamento e, por isso, também não foi capaz de provar que está capacitada para mitigar riscos e voltar às operações de perfuração. A agência, porém, está esperando que a Chevron apresente novas conclusões que levem a uma convergência de dados. Magda não deu detalhes sobre as conclusões das investigações, justificando que está dando tempo para a petroleira fazer sua defesa.

Fonte: Folha.com

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