Gás de cozinha sobe sem motivos, afinal, não é um aumento e sim uma redução dos descontos dado as revendas...

A ASMIRG-BR lamenta tanta omissão, diante a este cenário de verdadeira extorsão com a população brasileira, defensores do consumidor se sentam lado a lado destas cinco companhias para discutir a legalidade do setor e o gás de cozinha sobe sem limites, sem freios, deixando o consumidor brasileiro refém de um pequeno grupo, um retrato de uma terra sem Lei.

Que a população esta utilizando o gás de cozinha de forma reduzida isso é fato, cozinhar o feijão é mais barato numa lata de serragem, retrato desta realidade é demonstrado no site da ANP onde as vendas não sofrem oscilações. Outro dado que chama a atenção é que no Brasil temos um cadastro de 22 milhões de família de baixa renda (www.mds.gov.br), o que geraria um consumo médio próximo dos 40 milhões de botijões mensalmente, enquanto a media de venda do gás esta limitada a 33 milhões (www.anp.gov.br).

Este aumento representa algo na casa dos 700 (setecentos) milhões de Reais a mais na lucratividade destas cinco Companhias em um ano, uma conta que esta sufocando o povo brasileiro, um desafio a Exma Presidenta da República Dilma Rousseff que nos lêe em cópia, uma carga que mancha a maior empresa brasileira que é representada em nosso setor pela Liquigas/Petrobras e que certamente terá a atenção da Exma Dra Graça Foster, presidenta da Petrobras. Aumento assim nos faz lembrar da Companhia Nutrigas do Estado do Espírito Santo, enquanto ativa (2010) praticava um preço de venda ao consumidor na casa dos R$ 29,00, enquanto hoje encontramos o gás sendo comercializado em até R$ 62,00.

Numa manobra infantil, encontramos algumas companhias emitindo notas fiscais de venda num valor maior ao cobrado, assim, podem justificar que o gás de cozinha não esta subindo, e sim esta havendo uma redução dos descontos dados ao setor revenda.

O Congresso Nacional não pode se omitir em ações que combatam esse pesadelo vivido pelo povo brasileiro, agora estas cinco companhias lançaram um grande desafio, o de até 2020 serem reconhecidos no Brasil como referencia no setor de energia, uma referencia sim pautada no cartel, na extorsão, em ações predatórias e por grandes tragédias.

O setor revenda é quem esta dentro de nossos lares, ouvimos, assistimos a realidade do povo brasileiro de perto, mas nossas 45 mil empresas são reféns de um grupo de cinco companhias e se não houver freios a este cartel que brinca e desafia nossas autoridades, poderemos nos deparar com um triste cenário – o da fome do povo brasileiro.


Cordialmente,

Alexandre Borjaili
Presidente
Associação Brasileira dos Revendedores de GLP, ASMIRG-BR

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