O maior cartel da história do Brasil x clandestinos x população brasileira

Primeiramente devemos analisar a questão da ilegalidade ou clandestinidade, quem deve combater tais atos?

Policia – tratamos de crime contra ordem econômica.

Corpo de Bombeiros – quando há risco eminente à população, o CBM tem poder de polícia para as devidas ações de precauções.

Nada impedi que as demais autoridades em parceria com estes agentes atuem promovendo a legalidade no setor, mas não podemos dizer que com isto acabaremos com o cartel, com ações predatórias, com a insegurança que vem aterrorizando setor e a população brasileira...

Destacamos o papel da Agencia Nacional do Petróleo – ANP e dos Ministérios Públicos, em ações que envolvem investigações, buscando combater especialmente aqueles que atuam alimentando o mercado informal ou ilegal.

É lamentável o comportamento daqueles que buscam justificar tantas aberrações do setor nas ações dos clandestinos, ou dos ilegais, ou nas possíveis deficiências de administração de alguns empresários do setor revenda seja ela por sua formação ou conhecimento.


A Câmara Distrital do Distrito Federal está solicitando uma Audiência Pública através do Exmo Deputado Dr. Michel para discutir sobre o setor do GLP. O Distrito Federal não se difere de nenhum Estado quando nos referimos aos problemas vividos no setor do gás de cozinha, e neste sentido chamamos a atenção do Exmo Deputado Dr Michel para as seguintes ponderações e análises.


O clandestino ou boqueiro deve ser combatido com rigor da Lei, cabendo à atuação da Policia aplicando o que está previsto em nossa legislação, detenção e multa, mas não podemos deixar de buscar para quem estes pontos de comércios ilegais estão atuando, estes em nosso entendimento são os maiores criminosos.


Quando se digita no Google (internet) – botijão explode, encontramos 43.900 ocorrências, tente achar as ocorrências ocorridas em postos de revendas legalizadas, agora observem as ocorrências ocorridas nos lares do povo brasileiro, nos comércios, é algo assustador, ainda mais onde encontramos as declarações e vídeos das vítimas...


Questões referentes à defesa do consumidor devem ser olhadas com cuidado, a ASMIRG-BR, em Audiência Pública realizada em Belo Horizonte/MG com a participação da Exma Vereadora Maria Lúcia Scarpelli (Defesa do Consumidor), MPE, ANP e demais autoridades (vídeo em www.asmirg.com.br), apresentou graves denuncias que ferem nossos consumidores e que é a sustentação deste cartel reconhecido como o maior cartel da história do Brasil.

Destacamos nesta pauta, a validade dos vasilhames (botijões) de gás, num total desrespeito ao Código de Defesa do Consumidor, nossos vasilhames não apresentam a data de validade, e numa quantidade expressiva, estão sendo comercializados com a omissão do INMETRO/IPEM impróprios para o uso, colocando em risco a população brasileira.


Podemos questionar o preço do gás de cozinha, que de acordo com entrevista do Presidente da Petrobras e dados de coleta de preços da ANP, mostram um custo na casa dos R$ 11 (onze Reais) para as Distribuidoras e chegam ao consumidor em até R$ 62,00.


Há ainda o absurdo da marca, base de sustentação deste grande cartel, as Companhias Distribuidoras ao mandar fazer os botijões, colocam uma estampa com sua propaganda, mas num tom de desafio ao Poder Público, vendem estes botijões para a população e mesmo após o ato da venda, afirmam e alegam que estes botijões vendidos (não doados e nem colocados em comodatos) as nossas revendas e aos consumidores são delas, ação esta que inibi a entrada de qualquer nova Companhia no mercado. Achar os dados do verdadeiro fabricante destes botijões é uma ação para peritos, não são vistos de forma clara como determina o Código de Defesa do Consumidor, isso quando tem...


A extensão dos abusos não para, motivo este que gerou a pedido da Exma Vereadora a solicitação da PRIMEIRA CPI do setor do gás de cozinha, que teve o apoio do MPE e da ANP.


Precisamos por fim a clandestinidade, mas precisamos por fim aqueles que estão ameaçando nossas revendas que operam com mais de uma marca, que definem preços de vendas para nossas revendas, que utilizam de terceiros para agir de forma predatória no setor comprometendo toda uma rede, precisamos do Poder Legislativo, do Poder Judiciário e do Poder Executivo com a ousadia e com a autoridade de se impor diante a cinco Companhias que fazem deste Brasil o que querem, gerando insegurança a população brasileira e agindo de forma extorsiva não só com nossas revendas, mas com os milhões de brasileiros que precisam do gás de cozinha, produto base para sua alimentação.


Colocamo-nos a disposição para maiores esclarecimentos.


Cordialmente,

Alexandre Borjaili
Presidente
Associação Brasileira dos Revendedores de GLP, ASMIRG-BR

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