Cartel do gás de cozinha deixa São Paulo sem gás.

A situação no Estado de São Paulo e Sul de Minas ainda deve ficar pior, informações não oficiais nos disseram que não há acordo e pelo que parece o desabastecimento nestas regiões já é fato. A ASMIRG-BR já solicitou audiência no Senado Federal para discutir a realidade do setor do gás de cozinha, divulgamos e encaminhamos para Exma Presidenta da Republica Dilma Rousseff nesta data, colocações sobre esta questão vivida pelo setor e pela população brasileira.

As Companhias Distribuidoras sobem o preço do gás de cozinha a vontade, em nota só sabem dizer que lamentam, que o preço é livre, este ultimo aumento chegou a 50% em algumas regiões, mas na hora dos acordos coletivos, atuam de forma desumana, esquecendo que nossos serviços são de utilidade pública, que esta ligada a fome do povo brasileiro, a ASMIRG-BR lamenta sim, pela falta de atuação do Poder Público, pela omissão da ANP que deixa o Brasil refém de cinco companhias distribuidoras, da omissão do Governo Federal que em discursos se colocam preocupados com o povo brasileiro, com programas de combate a fome, mas esquecem e fecham os olhos para nossa realidade, quem ficará sem ter o que comer em São Paulo com a falta do gás, o rico ou as famílias de baixa renda? E nossas revendas como irão arcar com tais prejuízos que comprometem sua sobrevivência financeira? Temos revendas buscando gás em outros Estados com aumento elevado de preço devido ao custos de frete e diferença de ICMS, isso sem falar do tempo gasto para este chegar nas empresas....

O irônico nisso tudo, se é que podemos usar desta expressão diante a tanto sofrimento, que o gás retido na refinaria deverá ser queimado devido a sua capacidade de estoque, ou seja, joga-se fora o gás enquanto os que mais precisam pagam caro quando acham o gás de cozinha... Outra questão clara é que as Companhias Distribuidoras tem carretas para levarem para outros Estados botijões de uma companhia concorrente, mas estas carretas não podem buscar gas de cozinha para suprir uma falha provocada por elas...

Neste momento não podemos deixar de alertar nossas revendas para outros problemas, em meio à tempestade, temos as fiscalizações da ANP, a revenda que conseguir gás de uma marca não autorizada pela ANP, deve no prazo máximo de 30 (trinta) dias atualizar seu cadastro junto à agência. Neste momento fica claro e justificado a necessidade da multimarca, onde oportunamente fazemos por mérito nossos agradecimentos ao Ilmo Dr Alvaro Chagas, presidente da FERGAS que de forma brilhante defendeu esse direito para nosso setor.

Cordialmente,

Alexandre Borjaili
Presidente
Associação Brasileira dos Revendedores de GLP, ASMIRG-BR
Universo do Petróleo

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