Petrobras - Programas ajudaram a reduzir perdas



Os diversos programas para reduzir custos, assegurar maior eficiência e produtividade, lançados pela diretoria anterior da estatal, possibilitaram ganhos que atenuaram um pouco o prejuízo de 2014.

Economia – O programa de Otimização de Custos Operacionais (Procop), um dos primeiros, proporcionou uma economia de R$ 3,2 bilhões em 2014, superando em 36% a previsão inicial de R$ 2,36 bilhões. Entre as ações que possibilitaram esse ganho estão a otimização das intervenções em poços terrestres, o melhor aproveitamento da frota aérea, a otimização de embarcação por unidade marítima atendida, a desmobilização de plataformas e a alienação de sondas de perfuração.

Já o PRC-Poço, lançado em 2013 com o objetivo reduzir os custos de construção de poços marítimos, permitiu uma economia de US$ 628 milhões em 2014, superior à meta de US$ 458 milhões. Soma-se a esse resultado os ganhos de US$ 237,9 milhões (acima da meta de US$ 148,3 milhões) do PRC-Sub, criado no mesmo ano com foco nos sistemas submarinos. O principal objetivo do PRC-Sub é aumentar a disponibilidade de itens críticos e a produtividade das embarcações que realizam instalações de equipamentos submarinos, reduzir os custos unitários e de consumo de materiais, e assegurar maior eficiência logística de suprimento às embarcações especiais.

Eficiência – Lançado em resposta à queda da produtividade na maior bacia produtora do país, a de Campos, o Programa de Aumento da Eficiência Operacional (Proef) possibilitou elevar de 75,4% em 2013 para 79,7%, em 2014, os índices da Unidade de Operações da Bacia de Campos (UO-BC), responsável pelo gerenciamento dos ativos mais antigos da estatal ainda em operação no Norte Fluminense.

Na UO-Rio, que gerencia os megacampos e os ativos mais novos, responsáveis pela maior parte da produção do pós-sal, o índice de eficiência passou de 92,4% para 95,4% no mesmo período. Já no Espírito Santo, onde o programa foi lançado em 2014, os resultados superaram a meta de 88,3%, atingindo 92,9%.

Com isso, houve um aumento de 156 mil bpd no ano nessas áreas, como resultado direto desse programa, que este ano chega à jovem Bacia de Santos. O objetivo da estatal é assegurar que essa bacia continue a apresentar os mais altos patamares de eficiência e de crescimento da produção da estatal, que fechou o ano com uma eficiência operacional na área de Exploração e Produção de 90,5%, o mais alto desde 2009.

Fonte: Petroleo energia
Por: Bia Teixeira

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1 comentários:

Engenharia de Petróleo disse...

A Petrobras tem tudo para ficar entre as melhores empresas do mundo. O que falta é eliminar essa corrupção.

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