BRASIL E CHINA NEGOCIAM CONCLUSÃO DA USINA NUCLEAR ANGRA 3

Um memorando de entendimento para promover ainda mais a cooperação em energia nuclear foi assinado entre a China National Nuclear Corporation (CNNC) e a Eletrobrás e a Eletronuclear. O acordo abrange a conclusão da unidade 3 de Angra e possíveis projetos de acompanhamento. O memorando de entendimento foi assinado  pelo presidente do conselho da CNNC, Wang Shoujun, o superintendente das operações no exterior da Eletrobrás, Pedro Luiz de Oliveira Jatobá, e o Presidente da Eletronuclear Bruno Campos Barretto. O acordo foi assinado durante uma reunião do presidente chinês Xi Jinping e o presidente brasileiro Michel Temer, em Pequim.

A Eletrobrás  disse na oportunidade que um aprofundamento da cooperação bilateral para usos pacíficos da energia nuclear, destaca “ os interesses comuns no estabelecimento de uma futura parceria para a conclusão da Angra 3″. A CNNC disse que funcionará com a Eletrobrás e a Eletronuclear para “ Promover a construção de projetos da Angra 3 e futuras usinas nucleares.”

Este  é o terceiro memorando de intenções assinado entre a Eletronuclear com o CNNC. O primeiro foi  Em 2015.  Em dezembro de 2016, a Eletronuclear assinou um memorando de entendimento bilateral com o CNNC para orientar a cooperação na retomada da construção de Angra 3,  que começou em 1984.  Nessa fase, cerca de 70% do equipamento da fábrica já havia sido comprado e entregue ao site. Um retorno à construção foi aprovado em 2007, e um acordo industrial para a conclusão da unidade foi assinado com a Areva em dezembro de 2008.

Dois consórcios brasileiros venceram os contratos.  Um para montagem eletromecânica,  associado ao sistema primário do reator.  O outro para o trabalho secundário. No entanto, a Eletrobrás suspendeu os dois contratos, depois da desistência de 95% das empresas que venceram as licitações e da falta de pagamento da estatal aos dois consórcios e mais as obras de engenharia civil.  Em março de 2017, o governo anunciou que planejaria vender o Angra 3 até 2018. O Conselho Nacional de Política Energética, em junho deste ano, analisou maneiras de reiniciar a construção, mas o governo espera que levará cerca de cinco anos e US$ 2,9 bilhões para completar a unidade.

Fonte: Petronotícias

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