SETOR EÓLICO AVANÇA NO PAÍS

O crescimento do setor eólico no país está cada vez mais notável vide o sucesso inesperado das eólicas no último leilão de energia realizado há um mês, o que motivou o governo a sinalizar com a possibilidade de colocar a fonte de vez nas rodadas anuais de negociação. Segundo o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), órgão do Ministério de Minas e Energia , Mauricio Tolmasquim, a energia eólica já chegou agora em uma fase em que está competitiva e não tem por que não estar nos leilões.

A fonte já foi incluída em dois destes leilões desde o ano passado, em uma espécie de piloto, já que, por ser uma tecnologia mais jovem do que as disponíveis atualmente, tendia também a ser a mais cara. No último evento, no entanto, alcançou deságios na faixa dos 26% e se converteu subitamente em uma das mais baratas. A garantia de leilões regulares era a única indefinição que restava que pudesse inibir investimentos e a entrada de novos interessados no negócio.

Após o último leilão da fonte realizado, o presidente da Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica), Ricardo de Maya Simões, afirmou que as usinas eólicas deverão quintuplicar sua capacidade instalada para geração de energia elétrica até 2013. O setor venceu a maioria dos lances dos dois leilões (de energia de reserva e de fontes renováveis) feitos pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), em São Paulo.

O setor, que hoje tem 744 megawatts (MW) de capacidade instalada, e ainda 1.806 MW em processo de instalação, terá mais 2.047 MW até 2013, resultado dos contratos fechados nos leilões, totalizando 4597 MW. “Hoje está próximo a mil megawatts (de capacidade instalada). Ano que vem, será 1.300 MW, 2012 teremos 3,1 mil MW, e em 2013 mais cinco 5 mil MW de capacidade instalada”, disse Simões.

Entrave é a falta de tecnologia

De acordo com especialistas, a falta de inovação tecnológica é o principal obstáculo para o desenvolvimento do setor de energia eólica no Brasil. Segundo autoridades do setor, o país tem uma grande vantagem competitiva, por ter 70% da população concentrada na faixa litorânea. E nosso maior potencial estaria nos litorais do Sul e do Nordeste, exatamente nas extremidades do Sistema Interligado Nacional de Energia.

Nicomex Notícias – Redação
nicomex@nicomex.com.br

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