Brasil, Argentina e Colômbia lideram a produção de biocombustíveis latino-americana

Brasil, Argentina e Colômbia são os únicos países latino-americanos considerados grandes produtores de bioetanol e biodiesel no mundo, de acordo com o último estudo sobre os biocombustíveis publicado pela Comissão Econômica para a América Latina eCaribe (CEPAL).

De acordo com o estudo, os biocombustíveis podem ser produzidos com uma vasta gama de produtos agrícolas e florestais. Desde 2000, a produção mundial cresceu a uma taxa anual de 10%, totalizando 90,187 milhões de litros em 2009.

Desse total, 82% é 18% de bioetanol e biodiesel, especifica o estudo regional sobre a economia dos biocombustíveis de 2010: questões-chave para a América Latina e no Caribe.

O Brasil é o segundo maior produtor de bioetanol do mundo, 33,2 por cento do mercado, atrás dos Estados Unidos, responsáveis ​​por 54,7 por cento da produção mundial, de acordo com os dados de 2009. A Colômbia, entretanto, estabelecido no décimo países produtores, com 0,4 por cento.

Argentina, por sua vez, é o segundo maior produtor de biodiesel, com 13,1 por cento do mercado, mesmo depois dos Estados Unidos, liderou com 14,3 por cento. Brasil ocupa o quinto lugar, com 9,7 partes por cento.

A pesquisa da CEPAL lida com as políticas e regulamentações dos países no que diz respeito aos biocombustíveis, oportunidades e riscos, e as ligações com o meio ambiente ea segurança alimentar.

"Hoje, a grande maioria dos países, incluindo América Latina e Caribe, tem algum tipo de política ou um instrumento para fomentar o seu desenvolvimento", diz o documento. No entanto, antes de embarcar em sua produção, o governo deve realizar uma análise em profundidade e identificar os potenciais impactos ambientais e sociais, e as ligações com a segurança alimentar, diz o estudo.

A CEPAL também anunciou esta semana dois outros trabalhos que atualizar a informação sobre o desenvolvimento dos biocombustíveis na região.

Um deles, chamado de "Análise Comparativa de patentes para a produção de biocombustíveis na América Latina e no resto do mundo", pode localizar a posição relativa da região em termos de desenvolvimento e inovação desses produtos no mundo, e seu nível competitividade no médio e longo prazo.

Com a exceção do Brasil, "A América Latina tem uma participação muito baixa no registro de patentes relacionadas com a cadeia de produção de biocombustíveis", diagnosticou o estudo.

Finalmente, a CEPAL apresentou o documento "Políticas e capacidades de investigação e desenvolvimento e inovação (I & D + I) para o desenvolvimento dos biocombustíveis na América Latina e Caribe", que identifica as competências tecnológicas e os esforços em pesquisa e desenvolvimento realizados por ambos os países.

As três obras foram lançadas no âmbito do diálogo político sobre o desenvolvimento institucional e inovação em biocombustíveis na América Latina e no Caribe ", realizada na segunda-feira e terça-feira na sede da CEPAL, em Santiago.

O seminário foi organizado conjuntamente com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), sob os auspícios do alemão.

Em maio, foram publicados as versões finais dos textos, incorporando contribuições dos participantes da reunião, incluindo peritos e funcionários do governo da Alemanha, Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Espanha, México, Paraguai e Peru.

Fonte: TN Petróleo

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