Petrobras Paraguai disputa com revendas do Mato Grosso do Sul alem das 700 revendas ilegais de gás de cozinha...


O que dizer numa situação como esta, as revendas do Mato Grosso do Sul alem de conviver com o mercado ilegal, tem em sua porta, o gás do Paraguai a um preço de entrega ao consumidor igual ou menor do que seus preços de compra.

Pela foto acima e com os dados da ANP, podemos observar:

1. O preço de compra das revendas na cidade brasileira vizinha é de 30 a 35 Reais e o preço comercializado pelas revendas brasileiras é de 43 Reais, segundo dados recentes da ANP.

2. O preço divulgado neste folheto é colocado, ou seja, instalado no consumidor.

3. A marca do gás de cozinha do Paraguai é a Petrobras

O revendedor em especial que estão próximos a divisa com o Paraguai vivem numa condição impar, disputar venda com os que atuam na ilegalidade já é algo injusto, competir com nossas próprias Companhias é um massacre, agora ter do outro lado da rua, um país com condições de venda iguais as condições de compra das revendas daqui ai fica algo insustentável.

Neste contexto fazemos uma crítica que espero ser vista e ponderada pela ANP na forma construtiva, combater os ilegais dentro de nosso território nacional é papel da policia, tratamos de crime contra ordem econômica, quando não do Corpo de Bombeiros por ter naquele local um risco eminente à população.

A ANP é um órgão regulador, é um órgão maior, justifica-se até um convenio com quem deve estar atuando no combate ao crime ou a segurança pública, mas seu foco fica distorcido quando falamos em segurança, nossos botijões de gás de cozinha estão em grande parte, talvez em grande maioria vencidos, sem contar aqueles que não da para ver a data de fabricação, o sistema hoje utilizado pelas Companhias Distribuidoras fere o Código de Defesa do Consumidor, a data de validade deve ser explicita. Como falar em segurança para população quando avaliamos o estado destes botijões? Isso sem falar do peso a menor, mas esta é certamente outra pauta...

Comprar um botijão amassado, com data de validade vencida ou apagada é seguro? Ai soma-se a diferença de preço aplicada pela Petrobras Paraguai, à diferença de peso que encontramos em nossos botijões que raramente se encontram com seus 13 quilos, como falar ao consumidor que temos um produto seguro e de qualidade? Solucionar estes problemas seria em nosso entendimento uma das ações de uma agencia reguladora, por um fim as ações predatórias, buscar aqueles que estão investindo e alimentando a informalidade no Brasil e certamente porque tantas diferenças no preço do gás de cozinha sendo que já até mostramos o comercio do botijão de gás de cozinha à 15 Reais aqui no Brasil...

Cordialmente,

Alexandre Borjaili
Presidente
Associação Brasileira dos Revendedores de GLP, ASMIRG-BR
www.asmirg.com.br

ANP identifica 700 revendas ilegais de gás de cozinha em Mato Grosso do Sul

Na Capital são 200 pontos clandestinos

A ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) realizará uma reunião do Regional Centro Oeste de Erradicação do Comércio Irregular de Gás LP na próxima sexta-feira (29) a partir das 14 horas no auditório do Ministério Público na Avenida Presidente Manoel Ferraz de Campos Sales, 214, em Campo Grande.

Conforme a ANP, o número de pontos informais de venda do Gás LP no estado do Mato Grosso do Sul giram em torno de 700, para um universo de 1,3 mil revendas legais. A capital tem 700 revendas formais para cerca de 200 clandestinas.

O Objetivo do encontro é combater as revendas irregulares de Gás LP. O Sindigás (Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo) orienta que a boa escolha do local da compra do botijão de Gás LP é determinante para garantir a segurança do consumidor.

Revendas piratas oferecem riscos, já que não observam normas de segurança, como armazenagem, conservação de recipientes e vedação de lacres. As revendas ilegais devem ser denunciadas à ANP.

Dicas de segurança – Para garantir a compra de um botijão seguro é fundamental adquiri-lo em um revendedor autorizado. Para isso, o consumidor pode pedir para conferir a autorização do revendedor ou ligar para o serviço de atendimento ao cliente de sua distribuidora.

Outra alternativa é verificar se o estabelecimento consta no site ANP ou ligar para o 0800 970 0267 da agência.

Fonte: http://www.campograndenews.com.br/cidades/anp-identifica-700-revendas-ilegais-de-gas-de-cozinha-em-mato-grosso-do-sul


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